Chávena de café, de sabor frutado, daquele do Brasil, que quando chego ao fim, quando a acabo de beber, deixa um paladar doce, mas quando olho para o fundo da chávena, dizem-me as borras, para não me deixar enganar pelo sabor.
Leio as borras, e interpreto-as mais rapidamente do que quando leio um jornal. Dizem-me para não me iludir, porque nem todas as frutas são doces, e a chávena, apesar de bonita, induz-me em erro, porque leva-me a sentir um sabor doce, quando o que provo, afinal tem algumas frutas ácidas, amargas...