Acorda!
Abre os olhos para vida,
vive intensamente todos os momentos.
Vá lá, levanta-te, insurge-te!
Eu acompanho-te.
Afinal que tenho feito eu, senão estar do teu lado!
quarta-feira, 30 de março de 2011
segunda-feira, 21 de março de 2011
Irrealismos
Afinal o que são as ilusões?
São algo que realmente existem
ou serão elas mesmo uma ilusão,
algo que não existe verdadeiramente!
Criação nossa, individual, pessoal e intransmissível!
Sonhos que não passam de projecções,
realidades invertidas, jogos desadequados,
absurdos, fantasias, esperanças vãs...
São algo que realmente existem
ou serão elas mesmo uma ilusão,
algo que não existe verdadeiramente!
Criação nossa, individual, pessoal e intransmissível!
Sonhos que não passam de projecções,
realidades invertidas, jogos desadequados,
absurdos, fantasias, esperanças vãs...
quarta-feira, 16 de março de 2011
Dedos
Tamborilas os dedos sobre a mesa.
Não estás impaciente,
apenas ritmas a música
que te toca no coração.
Dedos longos, magros, perfeitos.
Sabes que os observo,
penso como me arrepiam o corpo
quando me acaricias.
Tocas-me então na pele!
Sinto um tremor em mim,
é o efeito da tua música
e desses dedos que me deleitam.
Não estás impaciente,
apenas ritmas a música
que te toca no coração.
Dedos longos, magros, perfeitos.
Sabes que os observo,
penso como me arrepiam o corpo
quando me acaricias.
Tocas-me então na pele!
Sinto um tremor em mim,
é o efeito da tua música
e desses dedos que me deleitam.
quarta-feira, 2 de março de 2011
Estar
Caminho descalça mais uma vez.
É a forma que tenho de me despudorar,
de me libertar, de ser livre!
Sinto todos os grãos de areia!
Não me magoam, apenas me acariciam.
Consigo por momentos unir-me à natureza.
Sentir que sou um ser vivo,
mas um animal pensante e criativo.
Desobrigo-me das exigências da vida!
Limito-me a estar e sentir.
Não preciso de qualquer bem material!
Basta-me a paz interior, a tranquilidade,
o sossego da alma, a serenidade dos sentimentos.
Sem ingenuidade tenho inocência!
Com espontaneidade tenho simplicidade!
É a forma que tenho de me despudorar,
de me libertar, de ser livre!
Sinto todos os grãos de areia!
Não me magoam, apenas me acariciam.
Consigo por momentos unir-me à natureza.
Sentir que sou um ser vivo,
mas um animal pensante e criativo.
Desobrigo-me das exigências da vida!
Limito-me a estar e sentir.
Não preciso de qualquer bem material!
Basta-me a paz interior, a tranquilidade,
o sossego da alma, a serenidade dos sentimentos.
Sem ingenuidade tenho inocência!
Com espontaneidade tenho simplicidade!
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