Agonia, dor, sofrimento...
Causa, efeito, consequência...
Barómetro, cronómetro, metrónomo.
Qual ampulheta de cintura fina,
cuja areia pende apertada,
grão a grão, lágrima a lágrima,
cai uma a uma,
só para um dos lados.
E volta de novo em tendência constante
a cair para o outro lado,
como balança quando pende
sem nunca encontrar meio termo,
sem nunca haver equilíbrio.
Volta e volta,
cai e cai,
grão preciso,
lágrima constante
dor infinita, perdida no tempo!
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