Sou apanhada na curva da estrada,
a uma velocidade alucinante
de turbilhões de sentimentos.
Curva apertada,
fechada sobre si mesma,
que não me deixa ver o que vem a seguir.
Em fracções de segundo,
percorro o asfalto e as memórias,
percebo que o vazio é eminente.
Saio da curva,
e mais uma vez, de cabeça erguida
o horizonte é o limite!
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