Sempre nesta permanente guerrilha interior
Uma purga de sentimentos abstratos
que sempre provocam agitação
incompreensão própria.
Nunca há catarse que resulte
Quero o que não tenho
Tenho o que não quero
Vivo em beco sem saída.
É o desamparo que me ampara
É o desânimo que me anima
É a incerteza que me incita
É a inação que me move.
Sou genuína a depurar
A confusão, o desvario,
Sem resultados reais
Nesta perturbação derradeira.
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